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não há aumento de impostos »

Não há aumento de impostos, excepto… e excepto… e excepto…

Da novilíngua »

Leio que José Sócrates dá hoje uma "conferência de imprensa". Tenho só uma dúvida: é daquelas conferências em que os jornalistas colocam perguntas e obtêm respostas, ou é daquelas sessões fotográficas em que depois se corre atrás de um "não faço comentários"?

Aumento de impostos »

Efeito médio anual, por contribuinte, da limitação das deduções e beneficios fiscais por escalão de IRS

Rendimento colectável anual (em euros)
Agravamento médio do IRS por contribuinte (em euros)

Até 4 793
0

De mais de 4 793 até 7 2…

Pelo direito ao TGV »

Filed under: Geral

Quanto custa um “emprego verde” ? »

Energias renováveis destroem 2 empregos por cada 1 que criam
Um estudo da Universidade Rey Juan Carlos, de Madrid, sobre o impacto no emprego das ajudas públicas às energias renováveis, conclui que 2,2 postos de trabalho são destruídos por cada …

Pontapé nos tomates »

Carta aberta do jornal alemão Bild, ao Primeiro Ministro Grego. Podia ser endereçada ao Primeiro Ministro português seja qual for
We want to be friends with the Greeks. That’s why since joining the euro, Germany has given your country €50bn.
De…

A toponímia republicana e Fernando Pessoa »

 

 

Na Imagem: Afonso Costa e outros republicanos na cerimónia

 oficial da substituição da placa toponimíca pela nova do Largo do Directório.

 

Um dos poucos indiscutíveis atributos dos republicanos de 1910 foi o revisonismo de grande parte da toponímia nacional: por exemplo em Lisboa, entre muitas outras renomeações, a avenida Rainha D. Amélia passou a chamar-se avenida Almirante Reis, o comandante da revolta que se suicidou dois dias antes da revolução, a avenida Ressano Garcia, foi rebaptizada avenida da República, e a Av. António Maria Avelar é hoje conhecida por avenida 5 de Outubro.

Também o sitio onde nasceu Fernando Pessoa, refinado antipatizante do regime e da sua casta emergente, o Largo de S. Carlos, onde se situou a sede(directório) do Partido Republicano Português foi vítima da sua voracidade recriadora e passou a chamar-se Largo do Directório. Sobre o assunto, na célebre carta a João Gaspar Simões, Fernando Pessoa diz, a dado passo: «O sino da minha aldeia, Gaspar Simões, é o da Igreja dos Mártires, ali no Chiado. A aldeia em que nasci foi o Largo de S. Carlos». Esta é a parte mais conhecida, mil vezes citada, mas o texto vulgarmente omitido continua assim: " (…) foi o Largo de S. Carlos, hoje do Directório, e a casa em que nasci foi aquela onde mais tarde (no segundo andar; nasci no quarto) haveria de instalar-se o Directório Republicano. (Nota: a casa estava condenada a ser notável, mas oxalá o 4.º andar dê melhor resultado que o 2.º)»

 

*Com a colaboração de Vasco Rosa

 

Publicado originalmente aqui

A República de António Costa »

A Câmara de Lisboa assinou um protocolo com a Comissão Nacional para as Comemorações do Centenário da República. Pretende «associar as características do regime republicano aos valores da cidadania numa sociedade democrática» (ponto 2.1) e, …

Mobilidade social »

Algumas notas sobre este post do João Rodrigues:

A mobilidade social não é um bem em si. Só se poderá considerar a mobilidade social como algo intrinsecamente positivo se as economias estiverem a crescer e os movimentos sociais forem significativ…

Há coincidências fantásticas »

Jornal de Negócios
A viagem de Milão até Lisboa, que permitiu que Luís Figo tomasse o pequeno-almoço com José Sócrates a dois dias das eleições legislativas, foi paga pelo Taguspark.
De acordo com o “Diário de Notícias”, a informação …