«Quem vem e atravessa o rio…
By admin on Mar 9, 2010 in Follow Me, Shared Content | 0 Comments
Thoughts and Idea(l)s. STILL IN CONSTRUCTION
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By admin on Mar 9, 2010 in Follow Me, Shared Content | 0 Comments
Shared by Michael Seufert
É parecido, não é?
Esta história de dizer que tem de se construir o tgv porque está fora de questão perder dinheiros comunitários é a mesma coisa que dizer que temos que gastar 10.000€ em panos da louça para não perdermos os vales de desconto do supermercado...
By Shared Content on Mar 8, 2010 in Follow Me, Shared Content | 0 Comments
By Shared Content on Mar 8, 2010 in Follow Me, Shared Content | 0 Comments
Leio que José Sócrates dá hoje uma "conferência de imprensa". Tenho só uma dúvida: é daquelas conferências em que os jornalistas colocam perguntas e obtêm respostas, ou é daquelas sessões fotográficas em que depois se corre atrás de um "não faço comentários"?
By Shared Content on Mar 8, 2010 in Follow Me, Shared Content | 0 Comments
| Rendimento colectável anual (em euros) | Agravamento médio do IRS por contribuinte (em euros) |
| Até 4 793 | 0 |
| De mais de 4 793 até 7 250 | 0 |
| De mais de 7 250 até 17 979 | 100 |
| De mais de 17 979 até 41 349 | 180 |
| De mais de 41 349 até 59 926 | 390 |
| De mais de 59 926 até 64 623 | 580 |
| Superior a 64 623 | 700 |
| Fonte: Ministério das Finanças | |
By Shared Content on Mar 8, 2010 in Follow Me, Shared Content | 0 Comments
By Shared Content on Mar 7, 2010 in Follow Me, Shared Content | 0 Comments
Energias renováveis destroem 2 empregos por cada 1 que criam
Um estudo da Universidade Rey Juan Carlos, de Madrid, sobre o impacto no emprego das ajudas públicas às energias renováveis, conclui que 2,2 postos de trabalho são destruídos por cada “emprego verde” criado em Espanha, o que significa que os 50.227 empregos gerados nas renováveis desde 2000 levaram à destruição de 110.500 no resto da economia.
Por sua vez, cada “megawatt verde” instalado no país destrói em média 5,28 postos de trabalho, sendo que essa destruição atinge os 8,99 empregos no caso dos investimentos na indústria fotovoltaica, 4,27 na eólica e 5,05 nas mini-hídricas.
O documento desta universidade pública recorda que “a actual política e estratégia da Europa para a criação de ‘empregos verdes’ se tornou numa das principais justificações para as propostas da Administração Obama nesta área”.
Mas uma análise da experiência europeia, nomeadamente da experiência espanhola, “revela que esta política é terrivelmente contraproducente em termos económicos e, de facto, destrói postos de trabalho”.
O estudo calcula que a Espanha gastou 571.138 euros desde 2000 para criar cada “emprego verde”, incluindo subsídios de mais de um milhão de euros por cada posto de trabalho na indústria eólica.
(via João Miranda)
O estudo, coordenado por Gabriel Calzada, está disponível aqui.
By Shared Content on Mar 6, 2010 in Follow Me, Shared Content | 0 Comments
Carta aberta do jornal alemão Bild, ao Primeiro Ministro Grego. Podia ser endereçada ao Primeiro Ministro português seja qual for
Dear Mr Prime Minister,
If you read this print, you’ve entered a country completely different from yours. You’re in Germany.
* Here, people work until they are 67. There is no longer a 14-month salary for civil servants.
* Here, nobody needs to pay a €1,000 bribe to get a hospital bed in time.
* And we don’t pay pensions for the General’s daughters who sadly can’t find husbands.
* In this country, the petrol stations have cash registers, the taxi drivers give receipts and farmers don’t swindle EU subsidies with millions of olive trees that don’t exist.
Germany also has high debts – but we can meet them.
* That’s because we get up reasonably early and work all day. Becuase in good times we always spare a thought for the bad times. Becuase we have good firms whose products are in demand around the world.
Dear Mr Prime Minister, today you are in the country that sends umpteen-thousand of tourists and money aplenty to Greece.
We want to be friends with the Greeks. That’s why since joining the euro, Germany has given your country €50bn.
For this reason, we are writing to you,
Yours,
Bild Editorial
PS In case you want to write back, we have enclosed a stamped addressed envelope. Of course, we want to help you to save…
By Shared Content on Mar 5, 2010 in Follow Me, Shared Content | 0 Comments
Na Imagem: Afonso Costa e outros republicanos na cerimónia
oficial da substituição da placa toponimíca pela nova do Largo do Directório.
Um dos poucos indiscutíveis atributos dos republicanos de 1910 foi o revisonismo de grande parte da toponímia nacional: por exemplo em Lisboa, entre muitas outras renomeações, a avenida Rainha D. Amélia passou a chamar-se avenida Almirante Reis, o comandante da revolta que se suicidou dois dias antes da revolução, a avenida Ressano Garcia, foi rebaptizada avenida da República, e a Av. António Maria Avelar é hoje conhecida por avenida 5 de Outubro.
Também o sitio onde nasceu Fernando Pessoa, refinado antipatizante do regime e da sua casta emergente, o Largo de S. Carlos, onde se situou a sede(directório) do Partido Republicano Português foi vítima da sua voracidade recriadora e passou a chamar-se Largo do Directório. Sobre o assunto, na célebre carta a João Gaspar Simões, Fernando Pessoa diz, a dado passo: «O sino da minha aldeia, Gaspar Simões, é o da Igreja dos Mártires, ali no Chiado. A aldeia em que nasci foi o Largo de S. Carlos». Esta é a parte mais conhecida, mil vezes citada, mas o texto vulgarmente omitido continua assim: " (...) foi o Largo de S. Carlos, hoje do Directório, e a casa em que nasci foi aquela onde mais tarde (no segundo andar; nasci no quarto) haveria de instalar-se o Directório Republicano. (Nota: a casa estava condenada a ser notável, mas oxalá o 4.º andar dê melhor resultado que o 2.º)»
*Com a colaboração de Vasco Rosa
Publicado originalmente aqui
By Shared Content on Mar 3, 2010 in Follow Me, Shared Content | 0 Comments
A Câmara de Lisboa assinou um protocolo com a Comissão Nacional para as Comemorações do Centenário da República. Pretende «associar as características do regime republicano aos valores da cidadania numa sociedade democrática» (ponto 2.1) e, simultaneamente, «aprofundar o conhecimento dos acontecimentos», «até à época actual» (ponto 2.2).