Lontra saiu do mar e sentou-se numa esplanada da Foz do Porto
By admin on Jan 24, 2012 in Follow Me, Shared Content | 0 Comments
Thoughts and Idea(l)s. STILL IN CONSTRUCTION
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By admin on Jan 24, 2012 in Follow Me, Shared Content | 0 Comments
Shared by Michael SeufertThe bill criminalizes the denial of officially recognized genocides, including the Armenian genocide begun in 1915 — an event whose public affirmation in Turkey is treated as a crime.
Três palavras: pa ler mice.
By admin on Jan 23, 2012 in Follow Me, Shared Content | 0 Comments
Shared by Michael Seufert
Hehe.
By Shared Content on Jan 23, 2012 in Follow Me, Shared Content | 0 Comments
Public discourse on matters of the economy is and has always been dominated by the idea that the road to prosperity is to create jobs. In a moment of high unemployment, the “create jobs” rhetoric becomes that much more prevalent. We get a “Jobs Bill“; opponents of Obama’s reform call it “job destroying“; after a brief period of discussing deficits and debt national news outlets turned right back to talking about jobs.
The point is, our goal should never be to “create jobs”. Our goal should be to enable people to contribute something valued by other people. The value is the point, not the work. If someone finds a way to provide value to hundreds of millions of people and it requires no more effort from them than batting their eyelashes, that would be a win.
This is not a matter of semantics. If you think the problem is a lack of jobs, all sorts of dangerous “solutions” may come to mind. Anything from having the government hiring en masse to do make-work, valueless jobs, to setting high tariffs and immigration restrictions so that domestic companies and labor do not have any foreign competition.
.. Yes, there would be more “work” to do if we cut off trade and immigration, but it would also impoverish just about everyone as the cost of getting anything would skyrocket. Getting a job is not an end unto itself; the whole point is to trade our labor for other things that we want. Getting a job at the cost of not being able to afford anything is an absurd proposition.
But we need to get our priorities straight; what we want to do is help people create value. Unless giving someone a job will enable them to create more value than it costs, the existence of that job is counterproductive.
By Shared Content on Jan 22, 2012 in Follow Me, Shared Content | 0 Comments
Without the benefit of paralinguistic cues such as gesture, emphasis, and intonation, it can be difficult to convey emotion and tone over electronic mail (e-mail). Five experiments suggest that this limitation is often underappreciated, such that people tend to believe that they can communicate over e-mail more effectively than they actually can. Studies 4 and 5 further suggest that this overconfidence is born of egocentrism, the inherent difficulty of detaching oneself from one’s own perspective when evaluating the perspective of someone else. Because e-mail communicators “hear” a statement differently depending on whether they intend to be, say, sarcastic or funny, it can be difficult to appreciate that their electronic audience may not.
By admin on Jan 18, 2012 in Follow Me, Shared Content | 0 Comments
Submitted by: axel_valentine
Posted at: 2012-01-18 03:33:18
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By Shared Content on Jan 16, 2012 in Follow Me, Shared Content | 0 Comments
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Submitted by: rokko81
Posted at: 2012-01-15 16:06:27
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A Ana e o João são casados há dez anos. Ela é advogada e ele engenheiro de telecomunicações. Estão bem na vida e são felizes no casamento. Como muitos outros casais o sonho da Ana e do João é ter um filho. Como a Ana não consegue engravidar passou a ser acompanhada por médicos e o casal procura ter um filho através de técnicas de procriação medicamente assistida. Embora não ponham de parte a adopção a a Ana e o João sentem um apelo genético que os leva a tudo procurar para conseguir gerar um filho biológico. Os médicos no entanto não têm duvidas, a Ana tem um problema no útero que impossibilita que qualquer gravidez vá avante. O problema no útero não permite que a Ana engravide e a solução estaria na possibilidade de uma outra mulher ceder o seu útero para a implantação de um óvulo já fecundado.
É aí que aparece a Maria, amiga da Ana desde os 11 anos a Maria tem dois filhos, acompanha a angústia do casal dos últimos anos e disponibiliza-se para substituir a Ana na gestação de um filho durante os nove meses da gravidez.
A Ana e o João não podem estar mais felizes, a Maria é a pessoa ideal É calma, responsável, não fuma, não bebe, tem uma vida calma e dois filhos amorosos. O casal decide ir em frente com o projecto e é celebrado o contrato gratuito previsto na legislação aprovada em 2012 pelo parlamento. Tudo corre bem, a gravidez é acompanhada de perto pelo casal e sobretudo pela Ana que diariamente passa horas com a sua amiga Maria. Às nove semanas a Maria vai fazer uma ecografia de acompanhamento e o casal acompanha-a.
Sucede que a Maria a Ana e o João levam um murro no estomago quando se apercebem que o bébe, o seu bébe, tem uma deficiência evidente pois não tem uma das mãos e as medidas do corpo indiciam que pode ter mongolismo. Os médicos não conseguem assegurar e aconselham a realização de mais testes que em relação ao mongolismo não são conclusivos. Na melhor das hipóteses o filho nascerá sem uma mão e, na pior, terá outras deficiências.
A Ana e o João estão confusos, de um momento para o outro o sonho passa a pesadelo. Depois de muito pensarem decidem realizar um aborto e avançar para um processo de adopção.
O problema é que a Maria não concorda com a decisão e tenta convencer os seus amigos a reverem a posição. A relação entre os três degrada-de rapidamente e a Ana precisa de apoio psocilógico. O João não tem dúvidas de que a Maria não está a cumprir com o contrato e recorre aos Tribunais para interromper a gravidez. Entretanto a gravidez avança e a Maria recusa-se a realizar qualquer aborto declarando, perante a posição dos progenitores, que assumirá o bébe que entretanto sente como sangue do seu sangue. O assunto acaba nos Tribunais e divide a opinião pública. Os Tribunais decide que ninguém pode ser sujeita a um aborto contra a sua vontade. A Maria vê assim reconhecido o seu direito de não lhe ser imposto um aborto que poderia colocar em causa a sua integridade física.
Nota: Este post retrata uma situação totalmente possível e que não é sequer prevista nos projectos apresentados pelo BE, PS e, (pasme-se) PSD. Os projectos que foram apresentados não tratam minimamente o estatuto da mãe de substituição e são totalmente irresponsáveis podendo causar situações como a retratada ou muito piores.